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Citação da semana!

José Martiniano de Alencar nasceu em 1º de maio de 1829, numa pequena casa de campo localizada no Alagadiço Novo, Freguesia de Messejana (atual bairro de Fortaleza), na então província do Ceará. Descendia de uma família prestigiada e participativa no contexto revolucionário pernambucano, de 1817. Tornou-se notável como jurista, parlamentar imperial, escritor e polemista ativo nos periódicos do Império Brasileiro. A notabilidade rendeu-lhe homenagens, correspondências e reconhecimento de contemporâneos como Machado de Assis, que lhe tornou patrono na Academia Brasileira de Letras. Na mesma medida em que lhe rendeu críticas imediatas e posteriores.


Pela sua frase, percebe-se que era um sujeito espirituoso, além de mostrar um interessante retrato do machismo da época.


No LeR temos de GRAÇA para você suas seguintes obras:

  • O Guarani (originalmente O Guarany: Romance Brasileiro), publicado em 1957 e que fez do autor um sucesso de crítica na época. Também tem na versão em literatura de cordel!
    Sinopse: Álvaro, que já conhecia o amor de Isabel por ele e também já a amava, se machuca na batalha contra os aimorés. Isabel, vendo o corpo do amado em seu quarto, tenta se matar asfixiada junto com o corpo de Álvaro. Quando o vê vivo, tenta salvá-lo, porém ele não permite e morrem juntos. Durante o ataque, dom Antônio, ao perceber que não havia mais condições de resistir, incumbe, a Peri, salvar Cecília, após tê-lo batizado como cristão. Os dois partem, com Ceci adormecida, e Peri vê, ao longe, a casa explodir. A Cecília, só resta Peri.
  • Lucíola – Seu 5º Romance publicado em 1862 e ainda nas versões em Graphic Novel e em literatura de cordel!
    Sinopse: Seduzida ainda jovem por um homem devasso em um momento de dificuldades e revés em que precisava de dinheiro para salvar os familiares doentes, Maria é expulsa de casa pelo próprio pai, trocando então seu nome de Maria da Glória para Lúcia. Lúcia começa a viver como uma prostituta caprichosa, explorando seus ricos amantes, por quem manifesta um claro desprezo. Um dia conhece Paulo da Silva, um jovem pernambucano que chega ao Rio de Janeiro e se apaixona por ela. Esse afeto sincero faz com que a verdadeira natureza de Lúcia venha à tona. E essa luta entre a força regeneradora do amor puro e uma vida de pecados e devassidão que José de Alencar focaliza com muito vigor. Dedicando-se de corpo e alma ao amor de Paulo, que foi capaz de compreender e perdoar seu passado, Lúcia encontra pela primeira vez na vida a tão almejada paz de espírito. Mas, vitimada por uma doença fatal, vem a falecer na flor da idade, cercada pelos carinhos de Paulo, a quem encarrega de cuidar – como marido – de sua irmã mais nova, Ana.
  • Iracema – Publicado em 1865.
    Sinopse: Em Iracema, Alencar criou uma explicação poética para as origens de sua terra natal, daí o subtítulo da obra – “Lenda do Ceará”. A “virgem dos lábios de mel” tornou-se símbolo do Ceará, e seu filho, Moacir, nascido de seus amores com o colonizador português Martim, representa o primeiro cearense, fruto da união das duas raças.[2] A história é uma representação do que aconteceu com a América na época de colonização européia.

    Em breve muitas novidades! Você pode ser responsável por elas! Que tal cadastrar aquele livro que você pode se desfazer para repassar ou emprestar para alguém do aplicativo que queira ler. Podem ainda formar uma bela amizade!!!

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